Já há algum tempo, me acostumei – com o correr de dezembro – a fazer uma retrospectiva, uma espécie de balanço do que foi meu ano. É muito bom saber que meu saldo tem sido muito positivo.
A idéia não tem nada de original, é muito bom que se diga. Talvez, transformar essa história em mensagem de Natal e ano novo seja um pouco mais nova. Seria pretensão mostrar que não precisamos de realizações grandiosas ou eloqüentes para, mais do que simplesmente boa, ter uma vida em paz e de sucesso?
Em 2007 comecei o ano, pela primeira vez, na praia de Copacabana; me apaixonei; pulei carnaval em blocos e na Sapucaí; joguei (muito pouco, outra vez) botão; fui à praia no Rio e em Paraty; namorei; fui a Penedo; corri e ganhei regatas com meu amor a bordo; fiz obra em casa; noivei; tive matérias publicadas nos sites de vela mais importantes do Brasil; perdi e ganhei discussões; não visitei três amigas que se tornaram mães; reencontrei amigos de longa data, daqui e de além mar; criei dois blogs (esse e o outro); freqüentei as Ordinárias do Boteco 1; fui à Ponte Alta de Minas; realizei o sonho de defender meu clube de coração em uma competição oficial; dancei quadrilha em festa junina; fui para Niterói de barca; fui a reuniões do Clube de Comunicação; trabalhei mais do que gostaria e menos do que poderia; fui ao Maracanã ver o Flamengo e o Fluminense; comecei a estudar espanhol; dormi pouco; fiz aula de dança; toquei pouco e não compus nada; me divorciei; torci o pé; casei; fui ao Espírito Santo; fui à academia; fui a um show, não fui ao teatro e fui muito pouco ao cinema; comprei uma cachorra; voltei a Paraty; fui campeão do Circuito Rio; fui à Lapa; visitei Santa Teresa; briguei e fiz as pazes.
Resumidamente, vivi. E muito bem, é bom que se diga. Chego ao final de 2007 com um sorriso estampado no rosto, tão largo que era impossível de prever em 2006.
Para os amigos, desejo um Natal de muita paz e que o saco do Papai Noel seja bem gordo.
E desejo, também, que 2008 seja, para todos nós, repleto de vida: realizações, conquistas, sonhos realizados, saúde suficiente para aproveitar coisas boas e superar dificuldades, dinheiro suficiente para viver tranqüilo, fazer no mínimo uma viagem e se dar – ao menos – um grande presente de aniversário. Que no final do ano que vem, possamos todos estampar nos rostos sorrisos abertos, maiores que os de 2007 e muito menores que os de 2009.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Parabéns pra mim
Como os amigos sabem, comemorei meu aniversário (28/11 – se não sabe, aproveita pra anotar e lembrar no ano que vem) no último sábado, 01/12. O local escolhido foi o Centro Cultural Memórias do Rio. Eu não conhecia mas o cheiro era de boa coisa, a promessa era de samba de raiz.
Pois saibam que foi bom. É isso mesmo, nem excelente nem horroroso. A casa é legal, com uma decoração bacana, a cerveja estava gelada, os acepipes gostosos e seus preços eram bem honestos.
Mas como nem tudo é perfeito... As bebidas chegavam rápido, mas os comes... É inaceitável que se demore 40 minutos para se fritar uma porção de pastéis. E a casa nem estava lotada.
O outro senão foi a música. O repertório era realmente muito bom, mas quando entrei em contato com a casa pra fazer a reserva, me disseram que o som começava às 22 e rolava por cerca de quatro, talvez cinco horas.
Pois o grupo começou com meia hora de atraso e, depois de uma hora de música, intervalo de mais uma hora (ou mais). Depois, música até uma da manhã. E só. Me senti enganado e enganando a turma que apareceu por lá. E se meu conselho vale de alguma coisa, procurem outro lugar para freqüentar.
Sobre os amigos, o que falar? Formidáveis como sempre. É claro que muita gente não pode ir e muita gente não quer ir. E daí? Amizades são maiores que isso. Muito obrigado aos que apareceram e fizeram meu aniversário mais feliz. Seguem as fotos.
Pois saibam que foi bom. É isso mesmo, nem excelente nem horroroso. A casa é legal, com uma decoração bacana, a cerveja estava gelada, os acepipes gostosos e seus preços eram bem honestos.
Mas como nem tudo é perfeito... As bebidas chegavam rápido, mas os comes... É inaceitável que se demore 40 minutos para se fritar uma porção de pastéis. E a casa nem estava lotada.
O outro senão foi a música. O repertório era realmente muito bom, mas quando entrei em contato com a casa pra fazer a reserva, me disseram que o som começava às 22 e rolava por cerca de quatro, talvez cinco horas.
Pois o grupo começou com meia hora de atraso e, depois de uma hora de música, intervalo de mais uma hora (ou mais). Depois, música até uma da manhã. E só. Me senti enganado e enganando a turma que apareceu por lá. E se meu conselho vale de alguma coisa, procurem outro lugar para freqüentar.
Sobre os amigos, o que falar? Formidáveis como sempre. É claro que muita gente não pode ir e muita gente não quer ir. E daí? Amizades são maiores que isso. Muito obrigado aos que apareceram e fizeram meu aniversário mais feliz. Seguem as fotos.
Mulheres da minha vida: Mariana e minha mãe, Zezé
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